sexta-feira, junho 03, 2005

O Homem na Roma Antiga

O mundo dos antigos romanos era dividido em duas categorias: homens livres e escravos, cidadãos Romanos e estrangeiros ("peregrini").
Os escravos viviam por toda parte; na maioria eram prisioneiros de guerra e em alguns casos cidadãos livres que eram vendidos para pagar dívidas. Os escravos eram ideais para serem vendidos; sem nenhum direito, desempenhavam trabalhos pesados bem como tarefas intelectuais, dependendo do nível de instrução de cada um, e raramente podiam ganhar a liberdade dos seus senhores.
Todos os cidadãos livres tinham três nomes: o "praenomen" (nome de baptismo), o "nomen" (nome de família) e o "cognomen" (último nome). Usualmente vestiam-se com simplicidade; uma túnica que ia até os joelhos e uma espécie de sapatilha de cano alto. Em ocasiões especiais vestiam uma "toga", um manto bordado semicircular feito de lã. Os cidadãos comuns trajavam uma túnica branca enquanto os senadores, soldados e membros da cavalaria usavam túnicas com uma púrpura bordada. Esta última também era usada por homens com menos de 17 anos de idade.
O homem era o "pater familias", ou a cabeça da família. O conceito de família tinha grande significado para os romanos: consistia não somente no marido, esposa e filhos, mas também nos avós, netos, e bisnetos. Desse modo a sucessão familiar mantinha o património protegido.